Paciente IEP Institucional
Home   >>>   Opções de Tratamento   >>>   Tratamento Pediátrico
 
Câncer Colorretal (Cólon, Reto e Intestino Grosso)
Câncer de Bexiga
Câncer de Cabeça e Pescoço
Câncer de Esôfago
Câncer de Mama
Câncer de Pele
Câncer de Próstata
Câncer de Pulmão
Câncer de Pâncreas
Câncer de Pênis
Câncer de Rim
Câncer de Testículo
Câncer de Tireóide
Câncer de Vulva
Câncer de Útero
Câncer do Estômago
Câncer do Fígado
Leucemia
Linfoma
Músculo-esquelético
Osteossarcoma
Retinoblastoma
Tumores da Família Ewing
Tumores de Sistema Nervoso Central (SNC)

Opções de Tratamento: Tratamento Pediátrico

O Hospital do Câncer de Barretos conta com uma equipe pediátrica multidisciplinar sólida e comprometida. Trabalhando sempre com humanização e respeito, a equipe é constituída com profissionais especializados como médicos, enfermeiros, nutricionistas, psicólogos, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, dentistas e assistentes sociais destinados exclusivamente ao tratamento do câncer em crianças e adolescentes. Atualmente são atendidos pelo hospital cerca de 150 casos novos por ano com o aumento progressivo de pacientes curados.
 
O ambulatório de pediatria funciona no Pavilhão Xuxa Meneghel e possui 12 leitos, um isolamento e uma brinquedoteca, onde são atendidas mais 50 crianças por dia que realizam quimioterapia e exames específicos – além de uma equipe de fisioterapia, que durante a reabilitação, realiza a colocação de próteses e cuida da adaptação do paciente. Se necessário, as crianças são internadas nos 10 leitos da enfermaria do Pavilhão Sandy & Júnior. Esse pavilhão conta com a Classe Hospital: um atendimento educacional que permite a continuidade da formação escolar durante o período de tratamento.
 
Para tornar a permanência do paciente mais agradável, o Hospital do Câncer de Barretos também possui um serviço de nutrição especializado para as crianças, incentivando suas preferências alimentares e valorizando a educação alimentar. A Casa Acolhedora “Vovô Antonio” oferece alimentação e estadia gratuita para a criança e o acompanhante.
 
Também há voluntários que auxiliam na missão da equipe de pediatria do Hospital do Câncer de Barretos: minimizar os danos físicos e morais causados pelo tratamento e pela doença. 
 
 Nos textos abaixo, você vai encontrar materiais que podem ajudá-lo (a) a compreender alguns procedimentos e instrumentos utilizados no tratamento de câncer em crianças e adolescentes. Além disso, você irá conhecer a importância e o funcionamento da Brinquedoteca Hospitalar durante o tratamento.
 
             
Isolamento de Contato 
 
Definição
 
O Isolamento de Contato (também conhecido como Precaução de Contato) ocorre  quando há necessidade de afastar parcialmente o indivíduo do convívio social com outras pessoas pois, de alguma maneira, a criança/adolescente pode transmitir alguma bactéria presente no organismo dele para outras pessoas - principalmente para outras crianças/adolescentes que fazem quimioterapia.
 
A transmissão do “bichinho” ocorre por contato direto (encostar diretamente no paciente sem as devidas precauções) ou indireto (entrar em contato com algum objeto do paciente).
 
Porque a criança/adolescente está em isolamento?
 
A necessidade do isolamento de contato deve-se a diversos fatores. Para a segurança da criança/adolescente e de outros pacientes, temos que verificar se houve uma internação anterior em outro hospital, antes de vir para nossa enfermaria ou UTI. Temos que verificar também se ele fez uso de antibiótico no outro Hospital, se possui alguma ferida com saída de secreção ou se o resultado de exame de sangue, urina ou swab (cotonete), detectar presença de alguma bactéria que pode ser perigosa para a saúde de outros pacientes que possuem a “defesa” baixa.
 
Existe algum perigo para minha família quando o paciente retornar para casa?
 
Quando a criança/adolescente estiver em casa, não há necessidade de manter as precauções que são realizadas no Hospital, pois o perigo está na transmissão da bactéria para os outros pacientes. Como em casa não há outras pessoas com “defesa baixa”, não é necessário manter o isolamento.
 
Cuidados no hospital
 
Quando a criança/adolescente estiver no hospital serão tomados alguns cuidados para protegê-lo e proteger também as outras crianças.
Não se esqueça que, independente de onde a criança/adolescente estiver, é importante lavar bem suas mãos e as mãos dele (a).
 
 
Durante a internação
 
  • Na porta do quarto haverá uma placa informando que o paciente está em isolamento de contato.
  • A criança/adolescente ficará sozinha no quarto sempre que possível. Se houver necessidade de internar outra criança no mesmo quarto, o isolamento deverá ser restrito no leito e as medidas de precaução deverão ser reforçadas.
  • A criança/adolescente poderá freqüentar a brinquedoteca e a classe hospitalar durante o período de isolamento. (Devido ao risco da transmissão direta e indireta). Mesmo assim, ele poderá ter acesso a alguns brinquedos (que deverão ser selecionados pela monitora de brinquedoteca) e participar de algumas atividades didáticas.
  • A criança/adolescente deverá andar pelo corredor, tomando cuidado para não encostar em nenhum lugar de circulação comum e em nenhuma outra pessoa, evitando assim, a contaminação do próximo.
  • Não é permitida a entrada de outra criança/adolescente ou outra mãe no quarto de quem está em isolamento. O acompanhante e a criança/adolescente em isolamento não poderão freqüentar os quartos de outros pacientes
  • Quando a equipe de enfermagem for prestar cuidados à criança, deverá sempre usar luvas e capa para evitar que outras crianças possam ser “contaminadas”.
  • O banheiro deverá ser higienizado em cada uso sempre que houver dois adolescentes ou duas crianças internadas no mesmo quarto
 
No ambulatório
 
Os cuidados da internação devem ser mantidos no ambulatório. Assim, a criança/adolescente não poderá permanecer na brinquedoteca, nem em contato com outros pacientes na recepção. Deverá permanecer na sala de isolamento ou outro local que a enfermeira indicar.
Não esqueça de comunicar às recepcionistas que ele está em isolamento para que possa ser providenciado um local apropriado para ele permanecer.
 
 
No alojamento
 
Os cuidados da internação e do ambulatório deverão ser mantidos também no alojamento. Quando a criança/adolescente for encaminhada para o alojamento do Hospital e estiver em isolamento de contato, ficará em um quarto privado e deverá usar um banheiro exclusivo. Além disso, o paciente deverá seguir outras normas de segurança:
  • Ele não poderá ter contato com as outras crianças
  • Deverá realizar as refeições dentro do quarto
  • Quando for encaminhado ao hospital, não esqueça de avisar o motorista que a criança/adolescente está em isolamento de contato.
Quanto tempo dura o isolamento?
 
Os Exames de Controle e os Exames de Culturas serão coletados frequentemente de acordo com as normas da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar. Essa comissão é responsável pelo controle dessas coletas, assim como é responsável por comunicar os pais e/ou responsáveis sobre os resultados e a suspensão do Isolamento de Contato.
 
Port-A-Cath
 
O que é o Porth-A-Cath?
 
O Port-a-Cath é um tipo de cateter com um dispositivo de acesso venoso central totalmente implantado, inserido cirurgicamente por baixo da pele. É formado por dois componentes: o reservatório (que parece um tamborzinho) e o cateter propriamente dito (geralmente feito de silicone).
O Port-a-Cath oferece acesso prático e seguro a uma veia, possibilitando a infusão de quimioterapia, soro, antibióticos, nutrientes e transfusão de sangue e derivados.
Sua utilização possibilita fazer tudo o que é feito em uma veia comum, porém, com mais segurança para a criança.
 
Por que colocar o cateter (Port-a-Cath)?
 
Algumas quimioterapias são bem perigosas se forem infundidas em veias dos braços ou pernas. Temos ainda que considerar que alguns pacientes não podem receber soro ou quimioterapia no braço comprometido. Além disso, diferentemente de alguns tipos de soro, a quimioterapia nunca poderá ser infundida em veias da cabeça, dos pés ou no meio do braço.
Se a criança/adolescente precisar realizar um protocolo de quimioterapia mais agressivo, a implantação do cateter será considerada condição fundamental para realizar o tratamento. Além da comodidade que ele gera para o paciente, a implantação do cateter dá segurança na instalação das medicações (principalmente quimioterapia). Mas há também outras vantagens:
 
·        Evita as complicações em decorrência do extravasamento de quimioterápico;
·        Diminui os atrasos de infusão;
·        Evita puncionar acesso periférico, evitando complicações como flebite (inflamação da veia), dor e desconforto;
·        Pode ser utilizado para coleta de sangue (quando está puncionado)
·        Pode ser utilizado para nutrição especial (se houver necessidade)
 
Cuidados com o Porth-a-Cath
 
No hospital
 
Dentro do Hospital, alguns cuidados são extremamente necessários:
 
  • Não mexer nas conexões do aparelho, não retirar o curativo da agulha,
  • Sempre proteja o curativo na hora do banho, pois o local da punção não pode molhar de jeito nenhum.
  • Tenha muito cuidados com os “fios” para que eles não se desconectem ou puxar a agulha do cateter.
  • Durante as refeições, tenha cuidado para não deixar cair alimentos ou bebida no local da agulha ou curativo.
  • Geralmente a agulha poderá ficar puncionada no cateter por um período de até 7 dias. Caso haja necessidade de manter a punção, a agulha será trocada no 8º dia (para evitar risco de infecção).
  • Chame a enfermagem sempre que houver necessidade.
Em casa
 
Em casa, deverá ser evitado traumas ou pancadas no local. Quando a criança está sem a agulha, deve levar uma vida normal, realizando suas atividades de rotina. Não há necessidade de passar nenhum produto no local do reservatório do cateter.
 
Riscos associados a implantação
 
Embora a implantação do cateter seja realizada por um cirurgião experiente, alguns riscos podem estar associados no procedimento:
  • Hematoma no local (mancha roxa)
  • Taquicardia (aceleração do coração)
  • Complicações decorrentes do ato anestésico
  • Pneumotorax (ar no pulmão)
  • Hemotorax (sangue no pulmão)
Podem ainda ocorrer algumas complicação em longo prazo:
  • Infecção do cateter
  • Obstrução do cateter
  • Migração do cateter (cateter pode sair do lugar)
  • Exteriorização do cateter (caso os pontos abram)
  • Dor no local
  • Rejeição do cateter
  • Extravasamento de líquidos.
 
Se algum risco ocorrer com seu filho, a equipe fornecerá todos os cuidados necessários para a recuperação.
 
O cirurgião irá lhe explicar com detalhes estes riscos. Um termo de Consentimento do paciente ou responsável deverá ser assinado antes da colocação do cateter.
 
 
Manutenção do cateter
 
Quando o cateter não estiver sendo usado, ele terá que ser “lavado” a cada 30 dias (uma vez ao mês) para evitar obstrução. Você será orientado pela equipe de enfermagem sobre o dia correto para que esse procedimento seja realizado. Vale lembrar que esse cuidado é de extrema importância para a conservação e durabilidade do cateter.
Fique atento!
 
Se você perceber qualquer uma das alterações descritas abaixo, procure imediatamente o Hospital para que a equipe possa avaliar:
 
·        Vermelhidão no local
·        Calor no local
·        Dor
·        Inchaço
·        Febre (temperatura igual ou acima de 38ºC)
 
 
Brinquedoteca Hospitalar - Brincar é Coisa Séria...
 
O que é Brinquedoteca Hospitalar?
 
Um espaço para favorecer brincadeiras e alegrar crianças e adolescentes durante sua permanência no hospital.
 
Brincar é importante... Por quê?
 
O brincar exercita e desenvolve as habilidades, potencialidades e capacidades da criança e do adolescente. Além de trazer felicidade, provoca e estimula o pensamento, possibilitando seu desenvolvimento. Ao experimentar sensações e vivências agradáveis, tanto a criança como o adolescente, desenvolvem a sociabilidade.
 
Para quem é destinada a Brinquedoteca?
 
Ela atende a crianças e adolescentes em tratamento, juntamente com o com seu responsável.
 
Por que brincar no Hospital?
 
A introdução da brincadeira no hospital torna a estadia da criança e do adolescente, menos traumatizante e mais alegre, possibilitando assim, melhores condições para sua recuperação.
 
 
 
O “brincar” dentro do contexto hospitalar, os preparam para as situações novas que irão enfrentar, preservando a saúde emocional dos adolescentes e das crianças.
 
Quando é dado à criança e ao adolescente o direito de brincar, o ambiente hospitalar se torna mais agradável e interativo. Desta forma, eles podem continuar vivendo e sentindo a magia de suas respectivas idades.
 
Atividades realizadas nas Brinquedotecas do
Hospital de Câncer de Barretos
 
·       Brincadeiras lúdicas, culturais, expressivas e artísticas.
·       Oficina de artes
·       Oficina de beleza
·       Atividades de leitura
 
 
O responsável e o brincar no hospital
 
         É importante para a criança/adolescente que seu responsável participe das atividades do “brincar”. Sua participação possibilita momentos de trocas entre familiares, além de facilitar a interação entre os mesmos e a equipe.
 
 
Onde e quando funciona a Brinquedoteca?
 
No ambulatório da pediatria do Pavilhão Xuxa, das 7:30 ás 12:00 e na internação pediátrica do Pavilhão Sandy & Jr., durante todo dia.
 
Responsáveis:
 
Departamento de Terapia Ocupacional e Brinquedista. Com participação de Voluntários (AVCC), artistas e convidados.
 
 
Fale Conosco!
 
A equipe está à disposição para esclarecer qualquer dúvida.
Entre em contato conosco.
(17)3321-6600 Ramal 6869 ou 6968
 
 
 
 
 
 
 
Comunidade Contra o Câncer
Twitter Facebook Orkut YouTube Contato

Rua Antenor Duarte Villela, 1331 - Bairro Dr.Paulo Prata - CEP 14784-400 - Barretos -SP - 17 3321.6600
© 2012 - CliqueContraOCancer . Todos os direitos reservados