Câncer Colorretal (do cólon, do reto ou do intestino grosso)
Câncer da Boca e da Garganta
Câncer de Bexiga
Câncer de Colo Uterino
Câncer de Esôfago
Câncer de Mama
Câncer de Pele
Câncer de Próstata
Câncer de Pulmão
Câncer de Pâncreas
Câncer de Pênis
Câncer de Rim
Câncer de Testículo
Câncer de Tireóide
Câncer do Estômago
Câncer do Fígado
Leucemia
Linfoma
Músculo-esquelético
Retinoblastoma
Tumores Hepatobiliares
Tumores de Sistema Nervoso Central (SNC)




Prevenção e Detecção: Tabagismo

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) o tabagismo é a principal causa de morte evitável em todo mundo, com mortalidade superior a soma de todas as mortes por acidentes automobilísticos, AIDS, cocaína, álcool, heroína e suicídios. O fumo acomete atualmente 1 bilhão e 200 milhões de pessoas, sendo 47% de toda população masculina e 12% de toda a população feminina mundial. Causa a morte de 4,9 milhões de pessoas anualmente, o que corresponde a mais de 10 mil mortes diárias. Considerando a manutenção do quadro atual em 2030 teremos 10 milhões de mortes anuais, sendo metade destas em indivíduos entre 35 e 69 anos de idade.

O fumo é diretamente responsável por 30% das mortes por câncer, 90% das mortes por câncer de pulmão; 25% das doenças coronarianas, 85% das mortes por doença pulmonar obstrutiva crônica, 25% das mortes por doença cerebrovascular. Encontra-se relacionado ao fumo: aneurismas arteriais, trombose vascular, úlcera do trato digestivo, infecções respiratórias e impotência sexual no homem.

No Brasil estima-se que 11,2 milhões de mulheres e 16,7 milhões de homens são fumantes. A mortalidade relacionada ao tabagismo corresponde a cerca de 200 mil pessoas por ano, o que corresponde a 23 mortes diárias. O câncer de pulmão representa a principal causa de mortalidade relacionada ao fumo. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), em 2003, 22.085 pessoas deverão adoecer de câncer de pulmão, com um total de 16.230 óbitos. No Estado de São Paulo, a mortalidade relacionada ao câncer de Pulmão aumentou cerca de 230%, no período de 1950 a 1977.

A dependência a nicotina se instala mais fácil e fortemente na faixa etária entre 12 e 18 anos, pois é neste período que ocorre a formação da personalidade da consciência crítica e a construção da auto-estima. Os jovens formam suas crenças e incorporam hábitos e comportamentos da vida adulta. É importante praticar ações no combate ao tabagismo incentivando o não início e o abandono do fumo.

Por estas razões, estimula-se que as pessoas não iniciem o hábito de fumar e para aquelas que já fumam que parem de fumar.                     
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